"Talvez que eu morra de noite, onde a morte é natural.
As mãos em cruz sobre o peito.
Das mãos de Deus tudo aceito, mas que eu morra em Portugal."
Noites estreladas ao relento em Odemira a ouvir CD's da Amália infinitamente. Que estas memórias se repitam dentro em breve.
Prece para a minha mãe, que tem andado demasiado convalescente.
Ariana
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